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O nosso corpo vai envelhecendo com o passar dos anos influenciado pela nossa genética e por factores externos. Contra os nossos genes não podemos lutar, mas podemos fazer escolhas que têm alguma influência no modo como envelhecemos. Esteja atento aos seguintes conselhos:
- Tenha atenção ao que come pois a alimentação tem um papel decisivo no modo como envelhecemos, não só a nível cutâneo, como também biológico. Todos os erros alimentares que fazemos ao longo da vida são pagos ao nível da saúde e do envelhecimento precoce. Evite alimentos ricos em gorduras saturadas, alimentos muito processados, assim como o excesso de açúcar, sal e carnes vermelhas. Evite também as bebidas alcoólicas (particularmente as bebidas brancas). Por outro lado existem alimentos que por terem propriedades antioxidantes ajudam a combater o envelhecimento. Os alimentos vegetais desde os legumes, aos frutos, são ricos em vitaminas, fundamentais para promover a saúde e contrariar o envelhecimento. Por isso, use e abuse deles; faça com que constituam a base da sua alimentação. O chá verde também é rico em antioxidantes.
- A prática de actividade física é tão importante para a manutenção de uma boa aparência e saúde como uma alimentação equilibrada. Pratique exercício físico regularmente, bastam por exemplo 30 minutos de caminhada diariamente.
- Evite factores de envelhecimento, tais como o sol em excesso, o stress, e o tabaco, a poluição atmosférica e a falta de dormir. Se quer ter uma pele sã e gozar de melhor saúde evite-os.
Cuide da sua pele com a aplicação de um bom creme hidratante e ingira 1,5l de água por dia.
A forma como cada um de nós escolhe viver influencia de modo determinante a degradação do nosso organismo e, assim, o ritmo de envelhecimento. Se cuidarmos mais de nós próprios, teremos, mais hipóteses de tornar a vida mais longa, e com melhor qualidade. Coma melhor e viva melhor!

Não jantar ajuda a emagrecer?


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Um equívoco muito comum nas pessoas que estão a fazer dieta para emagrecer é a decisão de eliminar o jantar. Muitas vezes, dizem não entender o porquê de não emagrecer, uma vez que não jantam há muito tempo. Alegam que queimam menos calorias à noite e por isso devem abster-se de comer. Isto é totalmente errado. O que muita gente não sabe, entretanto, é que essa experiência pode trazer um resultado contrário, ou seja, em vez de emagrecer, a pessoa acaba ganhando alguns quilinhos a mais. Ao eliminar uma refeição, para além de comprometer a ingestão adequada de nutrientes, que é essencial para o equilíbrio do organismo, o mais provável é que coma mais na refeição a seguir (e tratando-se do jantar, poderá muito provavelmente não aguentar até ao pequeno-almoço e atacar o frigorífico durante a noite).
Existem outras pessoas não eliminam a refeição mas substituem o prato saudável (sopa, mais a comida de prato) por lanches que julgam, serem mais leves. No entanto, tais opções costumam ser mais calóricas e quem adopta esse hábito normalmente acaba por ganhar peso. Isto porque, acabam por andar sempre a petiscar, pois o facto de estarem sempre a comer pequenas quantidades de alimentos repetidamente, faz com que não tenham apetite para uma refeição completa, mas também nunca ficam saciados para parar de comer. Desta forma, comem de forma incessante perdendo a noção do que comem para além de ingerirem quantidades calóricas bastante superiores ao jantar saudável.
Estes comportamentos, acabam por possuir um efeito cascata, pois quem salta o jantar pode ainda desenvolver outros problemas, como gastrite e hipoglicemia, pelo facto de permanecer em jejum por muito tempo.
Outro motivo para não abandonar o jantar é o facto de que a falta deste pode dificultar um sono tranquilo. Com ausência de alimento, o corpo fica sem energia e não repousa adequadamente. Os sintomas mais observados são o aumento da irritabilidade e dificuldade para dormir, e da ansiedade.
Coma melhor e viva melhor!

Dê anos de vida ao seu coração


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Lembre-se que as doenças cardiovasculares têm um desenvolvimento progressivo, por isso motivo é importante começar a tomar medidas desde já para as evitar. Por isso:
_ Mantenha um peso saudável
-Tenha em atenção a sua gordura abdominal, pois esta aumenta o risco cardiovascular. Na mulher é considerado saudável se o perímetro da cintura for inferior a 88 cm, e no homem se for menor do que 102 cm. Se tiver valores superiores a estes é fundamental que perca peso e reduza a gordura abdominal.
- Pratique actividade física, é suficiente uma caminhada de 30 minutos diariamente.
- Modere a ingestão de bebidas alcoólicas.
- Utilize menos sal (o seu consumo excessivo não só está relacionado com a subida da tensão arterial, como também afecta a função renal).
- Ingira pelo menos 1,5l de água por dia.
- Reduza a ingestão de gorduras saturadas e aumenta o consumo de frutas e vegetais. 
- Não fume. O tabaco é um hábito prejudicial que está na linha da frente dos culpados da doença coronária.
- Controle o stress. Tente analisar a situação que lhe está a criar stress e pense se valerá a pena aborrecer-se por causa disso? Foque-se nas coisas boas que lhe acontecem na da vida em vez das más.
- Durma as horas de sono suficientes, normalmente o recomendado é cerca de 7 a 8 horas por dia. A falta de sono parece estar relacionada com um aumento da pressão sanguínea, que, por sua vez, está relacionado com o risco problemas cardiovasculares (há, contudo, pessoas cujo organismo requer, naturalmente, menos horas de sono, sem com isso correrem maior risco).
- Faça análises ao sangue regularmente para ver o seu nível colesterol e triglicerídeos. Coma melhor e viva melhor!

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Alimentação e insónias


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Insónia é incapacidade de harmonizar o sono. A perturbação do sono pode assumir diferentes formas; a pessoa pode demorar a adormecer, pode acordar durante a noite ou ficar acordada na cama durante longos períodos. Existem muitos factores que podem levar à insónia, como por exemplo preocupações e stress e até mesmo a alimentação. Por isso despeça-se das noites mal dormidas começando a adoptar uma alimentação variada e equilibrada e tendo atenção a alguns hábitos saudáveis. O café, o chocolate, o chá preto e verde e as colas são alimentos conhecidos por dificultarem a chegada do sono, devido às suas propriedades estimulantes. Se tem insónias evite-os durante o dia ou mesmo elimine-os e vai ver que à noite irá dormir melhor.
As bebidas alcoólicas também são de evitar, embora em algumas pessoas possa ajudar a adormecer, o sono que se consegue é superficial e perturbador. É importante incluir na sua alimentação alimentos ricos em triptofano (um aminoácido essencial que auxilia o sono) que ajudam a relaxar, como exemplo de alimentos ricos neste temos as leguminosas e o leite. O seu efeito pode aumentar se forem integradas em refeições com hidratos de carbono, como as massas ou o arroz, pois estes ajudam a que o triptofano seja melhor absorvido, potenciando o seu efeito. Inclua as leguminosas por na sopa ou em saladas. Tenha em atenção que o jantar não deve ser realizado muito tarde para evitar ir para a cama com o estômago muito cheio. Se se for deitar muito tempo após o jantar experimente beber um copo de leite morno com uma colher de mel. Vai ver que se vai sentir mais relaxado.
Não faça refeições muito gordurosas ou com alimentos de difícil digestão ao jantar, pois podem provocar azia, dificuldades de digestão, podendo dificultar o sono.
Algumas infusões também possuem um efeito calmante tal como a camomila ou tília.
Evite o sedentarismo, no entanto não é aconselhável praticar exercício físico antes de ir dormir.
Estabeleça horários fixos para se deitar e acordar e não leve as suas preocupações para a cama; tente abstrair-se. Coma melhor e viva melhor!

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Alimentação e ácido úrico


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A gota é uma doença reumática, provocada por uma alteração metabólica que produz um aumento do ácido úrico, a chamada hiperuricemia. Esta ácido deposita-se, em forma de cristais, no líquido das articulações, provocando uma inflamação acompanhada de dor aguda. Ataca principalmente a base do dedo grande do pé, que fica vermelho, mas também pode afectar outras articulações: tal como o tornozelo, o joelho, o pulso ou as mãos.             Nem todos os doentes com elevados níveis de ácido úrico sofrem ataques de gota. Uma boa parte permanece assintomática, descobrindo-se o problema ao surgirem outras complicações. Por isso, a hiperuricemia não só ataca as articulações, como também é um perigo acrescido para a saúde, sendo ainda mais perigoso quando combinado com outros factores, como a hipertensão, a diabetes, a obesidade, e o colesterol alto.
A alimentação é um dos aspectos a considerar no tratamento hiperuricemia. As pessoas que sofrem desta doença devem evitar consumir alimentos muito ricos em purinas na medida em que estas contribuem para o aumento do ácido úrico no sangue, tais como:
- Fígado e outras vísceras;
- Carnes de animais jovens ( por exemplo cabrito, leitão, vitela, frango);
- Sardinha, chicharro, carapau;
- Feijão, grão, feijão-frade, ervilhas, favas;
- Marisco;
- Pato e ganso, língua;
- Enchidos;
- Espinafres, couve-flor, cogumelos, espargos;
- Caldos de carne;
- Pão, bolachas, arroz, farinhas integrais e de mistura;
- Bebidas alcoólicas.
A melhor técnica culinária a utilizar é cozer em água (eliminando depois a água de cozedura), uma vez que a carne, o peixe e os legumes cozidos perdem grande parte das suas purinas na fervura. Deverá beber bastante água (no mínimo 1,5 l) para facilitar a eliminação de ácido úrico.
A obesidade constitui um factor de risco para a gota, pelo que as pessoas com peso a mais deverão ser encorajadas a perder peso progressivamente (no entanto as dietas bruscas são de evitar pois podem levar a um aumento do ácido úrico). Controle a sua alimentação para ser mais saudável! Coma melhor e viva melhor!

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A Diabetes


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O que é a diabetes? De uma forma simples, é ter açúcar a mais no sangue. Ou melhor, significa que o nosso organismo perdeu a capacidade de regular correctamente o metabolismo do açúcar. Sendo resultado de defeitos na secreção de insulina, ou acção de insulina ou os 2 em simultâneo.
A alimentação é fundamental, antes e após o diagnóstico de diabetes. Os níveis de açúcar no sangue são naturalmente influenciados pelos alimentos ingeridos. Ao consumir alimentos saudáveis, que não provoquem elevações repentinas dos valores, e a horários regulares, é mais fácil ao organismo manter um equilíbrio saudável.
É importante ter em atenção alguns princípios básicos:
- Desenvolver uma rotina alimentar, tentando, dentro do possível, não saltar refeições e não variar muito de quantidades.
O objectivo da dieta passa por tentar estabilizar os níveis de glicemia, adequar a ingestão de calorias (evitando o excesso de peso) e controlar os níveis de gorduras na no sangue. O que é certo é que não é necessário passar fome. Apenas alimentar-se com o que qualquer pessoa poderia (e deveria comer).
Em relação lacticínios (leite, iogurte, queijos frescos), recomendam-se magros ou meio-gordos, sendo desejável em média 500 a 600ml para um adulto.
Em relação à carne e peixe de preferência as magras e brancas, em vez de carnes vermelhas. Cerca de um quarto de prato nas refeições principais será suficiente para a maioria dos adultos. O pão, arroz, massa, batatas, leguminosas devem estar repartidos nas várias refeições em quantidades moderadas de cada vez. Os legumes e hortaliças deverão estar incluídos diariamente no almoço e no jantar, na sopa e no prato, ocupando no prato cerca de metade do espaço, cozidos ou em cru. Em relação à fruta recomenda-se duas a três porções diárias e nas gorduras opte de preferência pelo azeite.
Pequenas reduções de peso (como 5%) têm reduções significativas nos valores de glicemia e tensão arterial. A alimentação fraccionada e mais equilibrada é um passo nesta direcção, assim como a redução do sal de adição, juntamente com um programa de exercícios
O segredo é mais exercício, melhor alimentação, menos stress, horários mais regulares. Coma melhor e viva melhor!

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Nas sociedades ocidentalizadas observa-se um aumento do excesso de peso e obesidade na infância e adolescência, aumento este que está muitas das vezes relacionado com a falta da prática de actividade física. É estilo de vida moderno, no qual a maior parte do tempo livre é passado nos jogos de computador, a ver televisão, nas viagens de carro para todo o lado…. Hábitos estes que vão promovendo cada vez mais o sedentarismo. A obesidade infantil é já considerada uma das epidemias do Séc. XXI, e a actividade física contribui, em larga medida, para a sua prevenção. Por isso, quando se trata da saúde do deu filho, praticar exercício físico regularmente é tão importante como ter uma alimentação equilibrada. Uma grande preocupação da obesidade infantil, é que crianças obesas têm um maior risco de se tornarem adultos obesos, contribuindo para aumentar a prevalência de morbilidade e mortalidade na vida adulta. Assim, desde pequena a criança deve ser incentivada a uma vida mais activa. A actividade física na infância e adolescência tem muitos outros benefícios para além da manutenção do peso corporal. A sua prática proporciona músculos e ossos mais fortes, estimula a coordenação motora, ajuda a ter um melhor sono e ajuda na capacidade de lidar com problemas e com o stress. É também importante para o desenvolvimento intelectual, favorecendo um melhor desempenho escolar e também melhor convívio social; reforça a auto-estima e confiança promovendo o bem-estar psicológico. Diminui o risco do aparecimento de complicações patológicas na idade adulta, como por exemplo a hipertensão arterial e a diabetes tipo 2.

De uma maneira geral, as crianças precisam de 30 minutos diários de actividade física estruturada, moderada a vigorosa, pelo menos, três dias por semana e de 60 minutos, ou mais, de brincadeiras (actividade aeróbia), todos os dias.
Outro ponto importante, que não deve ser esquecido, é a adopção de uma alimentação saudável, rica em frutas, legumes e hortaliças. Prefira o consumo de peixes e carnes brancas grelhadas ou preparadas com pouca gordura. Evite o consumo excessivo de doces, comidas pré-confeccionadas e os "fast-foods". E não se esqueça de promover o consumo de líquidos.Lembre-se que quanto mais tempo as crianças permanecem acima do seu limite de peso corporal considerado normal, provavelmente mais eles continuarão neste estado durante a vida adulta. Por isso promova hábitos de vida saudáveis, coma melhor, viva melhor e mexa-se pela sua saúde.

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Ingestão de sal nas crianças


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O nosso corpo necessita de uma quantidade mínima de sal para funcionar correctamente. A ingestão de sal em demasia pode acarretar o desenvolvimento futuro de problemas de saúde tal como a hipertensão arterial, doenças cardiovasculares…. Se o seu filho ingerir sal em demasia, pode vir a ter problemas de saúde no futuro.
Não se pode adicionar sal à comida para bebés, porque eles necessitam apenas de uma quantidade mínima de sal, menos de 1g por dia, até completarem 6 meses e pouco mais de 1g, dos 7 aos 12 meses. Esta quantidade é facilmente obtida através do leite materno e das fórmulas para lactentes. Portanto, em nenhuma circunstância adicione sal à comida que dá ao seu bebé. Nunca lhe dê alimentos que sofreram transformações, que não foram especificamente feitos a pensar neles, tais como flocos de cereais, flocos de aveia, uma vez que podem conter níveis de sal, que os rins ainda pouco desenvolvidos, não estarão preparados para suportar .
Mesmo quando o seu filho for mais crescido, evite acrescentar sal à sua alimentação e tenha muita atenção ao rótulo dos alimentos processados que compra. Como saber se um determinado produto tem muito ou pouco sal?
O sal é constituído por sódio e cloreto, e é o sódio no sal que pode prejudicar a sal saúde. Se verificar a informação nutricional no rotulo da embalagem, há sempre uma referência à percentagem de sódio em 100 gramas de comida. Evite comprar os que possuem mais de 0,5g de sódio por 100g. Em vez disso tente escolher alimentos com o mais baixo teor de sódio possível e cozinhe mais vezes em casa, pois assim saberá exactamente o que contêm a sua comida. Coma melhor e viva melhor!

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Pequenos chefes de cozinha


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Uma das melhores formas de incentivar o seu filho a adquirir hábitos alimentares saudáveis é ensiná-lo a cozinhar. Esta prática também lhe permite desenvolver variadas competências e encoraja-o a experimentar novos alimentos. Ao cozinhar aprende a planear, a organizar e, ao mesmo tempo, a discutir questões relacionadas com a segurança e higiene na cozinha. Ao pesar e ao medir os alimentos, são-lhe apresentadas noções básicas de matemática e o seu lado artístico também é desenvolvido na decoração da refeição. Se prepara uma refeição típica de um país diferente, como por exemplo uma refeição italiana, as crianças podem inclusive aprender algo sobre as outras culturas e geografia. Assim, deixe o seu filho ajudar a pesar e a medir os ingredientes. Tenha em atenção às regras de segurança na cozinha, com especial cuidado para os objectos cortantes como as facas, às superfícies quentes, às panelas, ao gás e aos equipamentos eléctricos. Muito importante, nunca deixe uma criança pequena sozinha na cozinha. No final faça com que o seu filho ajude a limpar a cozinha. O segredo está em fazer com que os seus filhos se envolvam no processo. Não os impeça de realizarem certas tarefas para irem ajudá-la na cozinha, caso contrário, não atinge o seu principal objectivo que é cativá-los.  Vai ver que serão momentos de lazer, divertimento e convívio para a família, para além de promoverem hábitos alimentares saudáveis.
Coma melhor e viva melhor!

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As crianças e a fruta


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Se tem dificuldades em fazer com que o seu filho coma fruta em quantidades suficientes, ficam aqui algumas medidas para os encorajar a consumi-las.
Certifique-se de que a fruta que fornece ao seu filho está madura. Por exemplo: uma pêra madura e sumarenta é uma delícia, já uma pêra dura que ainda não está pronta para ser comida pode levar o seu filho a deixar de comer peras durante uns bons anos.
Pense também na forma como apresenta a fruta. O seu filho pode não gostar da fruta cortada em pedaços grandes, mas aprecia-la em pedaços pequenos numa salada de fruta, misturada com iogurte, em puré. Seja criativo.
Leve as crianças ao supermercado e deixe eles próprios escolherem a fruta. Vai ver que eles vão adorar comer as suas escolhas.
Não limite as escolhas dos seus filhos a dois ou três frutos. Alargue a lista para melhores benefícios nutricionais.
Não se esqueça também de dar o exemplo e incluir a fruta no seu dia-a-dia. Coma melhor e viva melhor!


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As crianças e os vegetais


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Se não consegue que o seu filho coma vegetais, não desespere. Existem algumas maneiras relativamente simples de os levar a ingerir mais verduras.
- Muitas vezes, as crianças fazem birras para não comer. Mantenha a calma e seja imparcial. Não dê muita atenção ao seu filho quando ele diz que não quer comer. Continue a servir vegetais em todas as refeições e ignore qualquer rejeição. Se não reagir à birra acabaram por a esquecer.
- Deixe o seu filho ajudar na organização do menu, nas compras e na preparação da comida. Quando estiver a fazer sopa peça-lhe para escolher alguns vegetais para esta. A criança assim poderá ficar mais motivada para a comer.
- Tente arranjar alguém que sirva de exemplo e elogie as suas preferências alimentares.
- Muitas crianças não gostam de comer legumes cozinhados preferindo-os crus. Experimente dar-lhe saladas, tiras de cenoura, tomate aos quadradinhos. Utilize-os para enfeitar o prato e torná-lo mais apelativo.
- Mantenha a sobremesa longe da vista do seu filho até terminarem de comer.
- Não se esqueça de dar o exemplo e comer também os seus vegetais.
Se estas sugestões falharem esconda os vegetais nos guisados, nos cozidos e em molhos para massas. Experimente fazer um puré com um ou 2 legumes cozidos e misturá-los na comida favorita do seu filho, ou mesmo misturar os legumes ao puré de batata (funciona por exemplo com o nabo, a cenoura).
Com paciência e um pouco de criatividade vai ver que vai colocar os seus filhos a comer legumes e hortaliças. Coma melhor e viva melhor!

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Começar bem o dia com o pequeno-almoço


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Um pequeno-almoço equilibrado é importantíssimo para a saúde do seu filho. Estudos também demonstram uma relação entre o pequeno-almoço com o bom rendimento escolar a capacidade de concentração.
Os alimentos que devem ser evitados ao pequeno-almoço são os doces e os que receberam muito processamento industrial. Evite também os flocos com chocolate, os cobertos com mel e açúcar ou os crocantes. Exclua também o creme de chocolate para barrar o pão (tipo tulicreme), os croissants, as barras de cereais e os pastéis.
Em vez destes alimentos forneça ao seu filho alimentos com hidratos de carbono de absorção mais lenta, tal como os cereais integrais com leite ou pão com queijo ou fiambre com leite ou iogurte. Procure também incluir uma fruta nesta refeição.
Procure levantar-se 20 minutos antes, e sente-se à mesa com o seu filho para desfrutarem desta refeição tão importante do dia.
Coma melhor e viva melhor!

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Alimentação para prevenir gripes


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Melhore o sistema imunitário da sua família através da alimentação e de um estilo de vida correcto.
A vitamina C tem demonstrado ser essencial para prevenir as constipações normais. Assim incluía no seu dia-a-dia alimentos ricos nesta vitamina como por exemplo os citrinos frescos (tal como a laranja, as toranjas, as tangerinas e clementinas, e os limões), assim como os kiwis, os morangos e as hortaliças de folhas verdes. Os frutos e os legumes começam a perder vitamina C no momento em que são colhidos; por isso, quanto mais frescos estes forem melhor.
O zinco é outro mineral que desempenha um papel extremamente importante na manutenção de um sistema imunitário saudável. Se os níveis deste mineral no seu organismo não forem suficientes, poderá mais facilmente contrair uma constipação ou levará mais tempo a curá-la. Para evitar estes problemas, certifique-se de que a ingere alimentos ricos em fontes ricas em zinco, nomeadamente ovos, queijos duros e coesos como o parmesão, marisco, frutos secos e sementes.
O magnésio também se associa a uma boa condição do sistema imunitário. Os alimentos ricos neste mineral são as hortaliças de folhas verdes, os frutos secos e as leguminosas.
Ajude o seu organismo a prevenir as gripes e constipações reforçando o seu sistema imunitário.
Coma melhor e viva melhor!

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Conselhos para um Natal mais saudável


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O Natal é uma época do ano mais propícia a alguns abusos alimentares, contudo é extremamente importante que os cuidados com a alimentação nesta época não sejam descurados, até porque é uma altura recheada de guloseimas e pequenas tentações.
Ficam aqui algumas sugestões para tornar o seu Natal mais saudável:
- Comemore só no dia 24 e dia 25 de Dezembro e não uma semana antes e uma semana depois! Por este motivo é importante gerir a quantidade de comida que é preparada para evitar as sobras exageradas.
- Inicie o jantar de Natal com uma sopa de legumes, pois esta é rica em fibras conferindo-lhe uma saciedade mais rápida.
- No prato de preferência ao bacalhau ou polvo cozido. Sirva como acompanhamento couves, cenoura, batatas, todos cozidos e regados com um fio de azeite Outra opção será o peru assada, retirando todas as gorduras e peles visíveis.
- Substitua o sal nas confecções culinárias por especiarias e ervas aromáticas
- Substitua nas receitas as natas pela sua versão light, iogurte natural, queijo fresco ou requeijão.
- Não é necessário privar-se de comer todos os doces típicos desta quadra, mas é necessário ter moderação!
- Opte por fruta da época para a sobremesa, ou sobremesas que levam fruta. Mas, caso queira optar pelas sobremesas doces limite o seu consumo a pequenas porções.
- Procure reduzir a quantidade de açúcar e gordura que vêm indicadas nas receitas (em um terço ou até metade).
- Troque o leite gordo ou meio gordo indicado nas receitas por leite magro
- Experimente levar as rabanadas ao for no em vez de fritá-las, desse modo reduzirá consideravelmente a quantidade de gordura adicionada
 - Tenha em atenção a quantidade de bebidas alcoólicas ingeridas, pois estas são  bastante calórico.
Desfrute de um bom Natal na companhia dos que lhe são mais queridos.
Coma melhor e viva melhor!

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Cuidados a ter quando comer fritos


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Lá diz o velho ditado popular “Nem sempre, nem nunca”, por isso se gosta de comer fritos, faça-o de vez em quando, com alguns cuidados.
Desta forma em atenção ao óleo que escolhe para a fritura, frite preferencialmente em azeite ou em óleo alimentar adequado à fritura.
- Regule a temperatura da fritadeira para que esta não exceda os 180ºC. Se estiver muito quente acaba por queimar e deteriorar o óleo, se estiver pouco quente, permite a entrada exagerada de gordura no alimento.
- Retire bem a água dos alimentos antes de os colocar no óleo, pois a água acelera a deterioração deste.
- Coloque os alimentos a fritar apenas quando a gordura estiver quente, porque assim não absorvem tanta gordura.
- No final, retire a gordura dos alimentos fritos colocando-os por exemplo sobre papel absorvente, antes de os servir.
- Se frita na fritadeira, não adicione óleo novo.
- Não utilize o óleo mais de 3 vezes e filtre-o após cada utilização.
- Tenha em atenção que a gordura retida nos alimentos fritos varia em função da dimensão do alimento (quanto maior a superfície de contacto com o óleo, maior a quantidade de gordura absorvida). Desta forma, as batatas fritas às rodelas acumulam mais gordura do que as batatas fritas em palitos. Esteja atento a este pormenor quando estiver a cortar os alimentos.
Modere a quantidade de fritos que ingere e intercale com outros métodos culinários mais saudáveis. Coma melhor e viva melhor!

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O que comer antes do exercício físico


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Quem pratica exercício físico deve ter cuidado com a alimentação pois um mau estado nutricional favorece o aparecimento de fadiga precoce durante o exercício e aumenta o risco de lesões nos músculos e articulações. Ficam aqui alguns cuidados nutricionais a ter antes da actividade desportiva:
- Deverá fazer uma refeição rica em hidratos de carbono, cerca de 3 horas antes do exercício (por exemplo batata, arroz, massa). Se fizer exercício pela manhã ou final da tarde deverá fazer uma merenda, que poderá ser um pão com leite ou iogurte, uma barra de cereais integrais entre 60 a 90 minutos antes do exercício. Nunca deve ir treinar sem comer nada.
- Os alimentos ricos em gordura são de evitar antes da actividade física, pois estes têm uma digestão mais demorada, e podem causar mal-estar durante o exercício.  
- Um bom estado de hidratação também é fundamental, desta forma beba água antes e durante os exercícios físicos para repor os sais minerais perdidos durante a transpiração e para prevenir a desidratação.
- É importante que não tenha fome antes de começar a actividade física, para evitar os sintomas hipoglicémicos (que é a baixa de açúcar no sangue) e caracteriza-se por cansaço físico, dores de cabeça, suores frios, ficar pálido, tremores, palpitações.
 - Pelo mesmo motivo tenha disponível um alimento rico em hidratos de carbono (por exemplo a barra de cereais) para o caso de precisar.  
Lembre-se que o que come antes da actividade física vai ditar o seu rendimento desportivo. Por isso coma melhor e viva melhor!

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Regras para comer bem fora de casa


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Comer fora de casa com frequência não tem de ser um desastre para a sua alimentação; desde que saiba como escolher… Ficam aqui algumas sugestões:
- Evite comer pão antes de chegar a refeição, e principalmente não lhe adicione manteiga nem patês. Não consegue resistir ao pão? Peça o integral.
- Dispense as entradas mais calóricas, nomeadamente, com molhos, croquetes, rissóis, batatas fritas, molhos…. Opte por saladas, legumes cozidos ou grelhados, salteados com pouco gordura.
- Comece a sua refeição com uma sopa ou cremes frios sem natas.
- O ideal é beber água. Se não dispensa outro tipo de bebidas opte pelas light ou zero. Em relação ao vinho restrinja o seu consumo a 2 ou 3 copos no máximo por semana (isto se não tiver nenhuma contra-indicação médica).
- Opte por pratos confeccionados com pouca gordura, como os grelhados, cozidos, salteados. Prefira as carnes brancas e o peixe.
- Consuma porções moderadas. É essencial controlar o que come. Se a dose for muito grande divida-a com alguém, peça uma dose mais pequena ou deixe no prato. Não vale a pena empanturrar-se.
- Se estiver indeciso entre dois pratos, opte pelo mais saudável.
- Relativamente à sobremesa, a fruta deverá ser sempre a sua primeira opção. Antes de cair na tentação de comer um doce, peça um chá, descafeinado ou café.
Coma melhor e viva melhor!


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Pré e Probióticos


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De certeza que já ouviu falar nos prebióticos e probióticos e se calhar já os inclui no seu saco de compras. Mas têm a noção do que são e para que servem?
O nosso intestino está povoado por milhões de bactérias que formam a nossa flora intestinal. Estas bactérias são benéficas melhorando todo o processo digestivo e a saúde em geral, no entanto, são extremamente frágeis pelo que devemos ter cuidados especiais para evitar a sua destruição e zelar pela sua boa saúde. Os pré e probióticos ajudam nisso. Os probióticos, são os alimentos que contêm microrganismos vivos, que ao serem ingeridos em quantidades suficientes exercem um efeito positivo na saúde. Os probióticos são muito usados em iogurtes e leites fermentados.
Já os prebióticos são alguns tipos de fibras alimentares, não digeríveis pelo nosso corpo e que estimulam o crescimento das bactérias probióticas. Estes são acrescentados por exemplo a produtos lácteos, bolachas, cereais... Estes tipos de alimentos possuem algumas vantagens tais como:
- Ajudar na manutenção da flora intestinal.
- Diminuem as diarreias, a obstipação e os gases intestinais, regulando o trânsito intestinal.
- Estimulam o sistema imunitário
- Favorecem a absorção de vitaminas e minerais.
- Atenuam a intolerância à lactose e melhoram os sintomas da síndrome do cólon irritável
- Contribuem consideravelmente para a redução do risco de doenças cardiovasculares, já que regulam os níveis de colesterol e triglícerideos no sangue.
A manutenção do equilíbrio da flora intestinal é muito importante para o nosso organismo e uma correcta alimentação também é fundamental. Por isso coma melhor e viva melhor!

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O que fazer para não voltar a engordar?


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Se já perdeu o peso que pretendia siga as seguintes orientações para manter o peso e não voltar a engordar após a dieta:
- Mantenha as suas rotinas e os seus horários de refeições, evitando passar mais de 3h00 a 3h30 sem comer.
- Evite ingerir aperitivos, fritos, assados, molhos com gordura e pré-confeccionados; assim como beber álcool, bebidas gaseificadas e refrigerantes.
- Não exagere nos alimentos ricos em hidratos de carbono (como por exemplo as batatas, arroz, massas).
 - Evite fazer refeições em restaurantes porque pode tornar-se mais difícil escolher alimentos saudáveis.
- Aprenda a prestar atenção à forma como os pratos são confeccionados.
- Beba muita água.
- Pratique actividade física de forma regular.
Coma melhor e viva melhor! 

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O que comer após o exercício


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Se pratica actividade física saiba que a sua condição física não depende só do exercício que faz mas também dos seus hábitos alimentares, pois a refeição adequada no pós-exercício ajuda na sua recuperação e na prevenção de lesões. Isto porque o exercício físico quando efectuado com intensidades moderadas a intensas com uma duração superior a 45 minutos, leva a uma redução das principais fontes de energia: o glicogénio muscular e o hepático. Devido à importância destas fontes de energia, é importante adoptar estratégias que aumentem a sua síntese, preparando o organismo para um novo exercício físico.

Estudos demonstram que a síntese do glicogénio é mais rápida nas duas horas após o exercício, assim assegure-se que terá alimentos ricos em hidratos de carbono, como por exemplo, pão, bolachas integrais, barras de cereais, para comer depois do exercício físico, quer este seja apenas uma caminhada ou uma ida ao ginásio.  O ideal seria uma refeição 30 a 60 minutos após o exercício.
Reforce também a sua refeição pós-exercício com fruta, pois esta, para além dos hidratos de carbono que contêm, é normalmente rica em minerais como o magnésio e o potássio, que são importantes no processo de recuperação muscular ao esforço. Poderá promover o consumo proteico através do leite ou iogurte, ou por exemplo um pão com fiambre.

A hidratação também é fundamental, desta forma após a actividade física continue a hidratar-se para repor a água eliminada pela transpiração. Não se esqueça, pratique actividade física e coma melhor e viva melhor!

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