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Frutos secos


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Os frutos secos são excelentes complementos para uma alimentação saudável. A sua riqueza em gorduras insaturadas e ácidos gordos essenciais, proteínas, vitaminas e minerais, faz deles um excelente alimento. As gorduras dos frutos secos ajudam a diminuir as gorduras no sangue e particularmente o colesterol-LDL (isto é o de mau colesterol). Desta forma, o consumo moderado de frutos secos poderá ter um impacto positivo na saúde cardiovascular. Por exemplo, as nozes e os pinhões são ricos em ácidos gordos polinsaturados, benéficos na redução do colesterol total e triglicerideos; já a avelã, a amêndoa, o amendoim são ricos em ácidos gordos monoinsaturados, benéficos na redução do colesterol-LDL.
Apesar da sua riqueza nutricional, estes alimentos são extremamente calóricos, pelo que se deve controlar e moderar o seu consumo, porque se consumidos em excesso poderão levar ao aumento de peso. Desta forma, limite a sua ingestão, por exemplo, a um punhado, por dia.
As variedades salgadas devem ser consumidas com moderação, especialmente por hipertensos e por pessoas com patologias que requerem moderação na quantidade de sal na alimentação.
Algumas pessoas podem ter reacção alérgica aos frutos secos, se este for o seu caso evite-os, assim como a todos os alimentos com eles confeccionados.
Inclua os frutos secos na sua alimentação, colocando por exemplo nozes nas saladas, pinhões no arroz, amêndoas na massa. Desta forma irá conseguir novos sabores e uma alimentação rica nutricionalmente.
Desde que não exagere nas quantidades, os frutos secos são uma óptima opção.
Coma melhor e viva melhor!

Obstipação


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A obstipação, também designada por prisão de ventre é um dos grandes males da vida moderna, podendo ser resultado de várias causas nomeadamente das dietas pobres em fibras, da ingestão insuficiente de líquidos e da falta de exercício físico. Essa disfunção é classificada por um hábito intestinal menor do que 3 vezes/semana, um tempo de trânsito intestinal superior a 4 dias e um peso fecal abaixo de 50 g/dia.
A primeira abordagem para tratamento da obstipação deverá passar por métodos não farmacológicos. Assim, para melhorar o seu trânsito intestinal deverá ingerir uma quantidade adequada de fibras alimentares através do aumento do consumo de leguminosas, de frutas e hortaliças, especialmente os que possuem cascas, sementes ou caules comestíveis. As frutas devem ser consumidas cruas e com pele. Não se esqueça de incluir a sopa nas suas refeições e aumentar os legumes no prato. Opte pelo consumo de cereais integrais, pão integral ou de mistura. No início de uma dieta com alto teor de fibras podem ocorrer efeitos colaterais indesejados, como a flatulência aumentada, cólicas ou mesmo diarreia pelo que deverá aumentar a ingestão de fibra de forma progressiva para ajudar a aliviar os sintomas anteriores.
A ingestão de líquidos ajuda no aumento do trânsito intestinal, sendo recomendada a ingestão de pelo menos 1,5l de água por dia. Também é importante educar o seu intestino para ter um horário habitual para funcionar, assim como a prática regular de actividade física.
Evite tomar laxantes sem recomendação médica, isto porque os seus efeitos iniciais, que aliviam os sintomas da obstipação causam dependência levando à ingestão de doses crescentes. As substâncias que os compõem podem alterar as funções motoras, de absorção e secretoras do intestino podendo mesmo piorar a obstipação. Existe, ainda, a possibilidade do seu uso alterar a enervação da musculatura do intestino, diminuindo os movimentos peristálticos.
Desta forma aposte na sua mudança para hábitos mais saudáveis. Coma melhor e viva melhor!

O Sal


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As dietas modernas típicas fornecem quantidades excessivas de sal, desde a infância até à idade adulta. Segundo a Organização Mundial de Saúde o consumo excessivo de sal é na actualidade uma das principais causas de doença cardiovascular (pois eleva a tensão arterial), estando também associada à osteoporose, cancro do estômago, asma e obesidade. A OMS recomenda por isso que o consumo de sal não ultrapasse as 5g/dia, ou seja, menos de uma colher de chá de sal por dia, valor este que é muito inferior aos actuais consumos. Temos de ter em atenção que a maioria dos alimentos já contém naturalmente sal na sua constituição pelo que a adição de mais é desnecessária. De salientar também, a quantidade exagerada/desmedida de sal nos alimentos processados (como por exemplo conservas, enchidos, bolachas), motivo pelo qual é essencial estarmos atentos aos rótulos destes alimentos. Para saber a quantidade de sal nos produtos onde este indicador não é mencionado basta que multiplique a quantidade de sódio por 2,5 que obterá facilmente este valor.
Ficam aqui algumas sugestões para diminuir o seu consumo de sal:
- Não leve o saleiro para a mesa, evitando assim adicionar mais sal aos alimentos;
- Substitua o sal usado na confecção dos alimentos por ervas aromáticas, especiarias, vinho ou sumo de limão;
- Opte por marinadas de carne ou peixe ou com outros temperos sem sal;
- Evite alimentos tipicamente salgados, tais como fumados, enchidos, peixes salgados como o bacalhau, batatas fritas de pacote e os outros aperitivos com excesso de sal, incluindo frutos secos e tiras de milho. Os molhos de soja e inglês, caldos em cubo, queijos, manteiga, fiambre e salsichas são também muito ricos em sal.
Aumente o consumo de legumes e saladas, pois contêm boas doses de minerais, incluindo o potássio que ajuda a evitar a reacção do organismo ao sal. Coma melhor e viva melhor!